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Há praticamente 2 anos, lançamos o blog marketaccessportugal.com.

Desde o início, este blog seguiu um caminho próprio sempre com o objectivo de contribuir para aumentar o debate em torno da saúde, que necessita de mais e novas opiniões, visões e estratégias.

Durante este período escrevi 20 artigos que traduziram a minha experiência, a minha visão e o meu pensamento sobre diversos temas ligados à saúde.

O feedback que recebi foi óptimo e sei que chegamos muito longe, às pessoas certas e além-fronteiras. Temos mais de duas centenas de pessoas que nos seguem, mas sabemos que cada artigo é lido por milhares, o que nos motiva e nos enche de orgulho, mas ao mesmo tempo nos responsabiliza, e muito… até porque sabemos que o que aqui escrevemos é muitas vezes discutido em reuniões, seminários, fóruns de Facebook, entre outros. É bom saber que chegamos às pessoas e que elas pensam no que aqui escrevemos.

É por isso tempo de agradecer àqueles que dedicaram um pouco do seu tempo a ler o que escrevemos e sobretudo louvar todos os que interagiram connosco e que fizeram com que estes 2 anos fossem extraordinários, com muita aprendizagem baseada na pesquisa e no feedback recebido.

Mas, felizmente a vida não pára e 2018 traz-me um novo desafio profissional que pela sua complexidade e responsabilidade me vai obrigar a uma dedicação full-time, impedindo a minha colaboração regular com o blog. Continuarei a colaborar com o marketaccesportugal.com mas não de uma forma activa e continuada.

Não posso terminar sem deixar de agradecer ao Zé Ribeiro o desafio que me lançou há 2 anos de fazermos algo diferente pela saúde dos portugueses. Ao fim destes 2 anos, tenho a certeza que o desafio foi superado e que conseguimos em muitas situações fazer a diferença e acrescentar valor.

Tenho por isso a certeza, que o blog marketaccessportugal.com continuará a surpreender pela qualidade dos seus artigos e pela visão diferente que tem da saúde em Portugal.

Até breve…

 

Desejo a todos um excelente ano de 2018!

Luís Zagalo Pires

Camisola às riscas vermelhas e brancas, gorro com as mesmas cores, calças azuis, bengala e óculos redondos. Não estou a falar de nenhum adepto de uma equipa de futebol, nem do equipamento dum praticante de ski, mas sim de um personagem bem conhecido de uma série de livros de banda desenhada, que proporciona aos leitores o desafio de procurar o “Wally” no meio de desenhos multicoloridos e com muitas semelhanças entre os vários personagens, dificultando assim o objectivo de encontrá-lo.

Ao procurar o “Wally” não consigo deixar de pensar que o “Wally” representa um qualquer cidadão que todos dizem dever estar no centro do sistema. Mas nos livros, “Wally” raramente está no centro, confundindo-se com os demais e encontrando-se bem escondido algures descentrado no desenho.

E o cidadão? Está no centro do sistema ou, à semelhança do “Wally”, também está encoberto pelos outros e afastado do centro?

Lê-se em 7 minutos

 

O artigo de hoje aborda a 2ª profissão mais velha do mundo. Se relativamente à 1ª penso não haver dúvidas de qual é, já quanto à 2ª imagino que possa dividir opiniões.

De referir que duas “figuras públicas” em épocas que distam alguns milénios foram exemplos de alguém que se serviu dessa arte para ter sucesso nos seus objectivos. Refiro-me a Moisés (o profeta) e a José Mourinho (treinador de futebol).

Na Bíblia, no livro dos Números 13: 17-20, pode ler-se “Moisés enviou-os a explorar a terra de Canaã e disse-lhes: Subi o Négueb, subi a montanha. Vede que terra é essa e que povo habita nela, se é forte ou fraco, pouco ou muito numeroso. Que tal a terra em que habita, boa ou má? Que tais as cidades em que habita, abertas ou fortificadas? Que tal o terreno, fértil ou estéril? Se há nele árvores de fruto ou não (…)”

Começa já a adivinhar qual a profissão de que estou a falar?

Aqui vai mais uma pista.

Lê-se em 5 minutos

 

Há precisamente 1 mês, no passado dia 6 de Janeiro, o governo publicou em Diário da República o DL 5/2017 que, entre outros, no Artigo 9º, alínea 3 diz: “As ações de natureza científica ou outras a realizar (…) em estabelecimentos e serviços do SNS (…) não podem possuir carácter promocional, nem ser patrocinadas por empresas (…) de medicamentos ou dispositivos médicos.”

Na prática todas as reuniões (promocionais ou não) patrocinadas pela Indústria Farmacêutica (IF) que se faziam nos serviços dos Hospitais e nos Centros de Saúde estão a partir de agora proibidas.

No mesmo Artigo 9º (ponto 4) é mencionado que a visita médica não sofre qualquer alteração. Para já, digo eu…

Perante este cenário o que vai a IF fazer?

Lê-se em 6 minutos

Não, não é Bullshit. Já sei que vão praguejar no Facebook ou noutra plataforma digital dizendo quem é este, para estar aqui a falar? Ou escrever “ser Delegado de Informação Médica, DIM, é que é, que os meus médicos preferem os DIM’s”.
Leiam o artigo e pensem. Depois tornem a pensar se existe alguma forma de travar o inevitável. Não se esqueçam que a mudança continua e quem não muda, é mudado.
Não? Então comecem por pensar no Orçamento para a Saúde de 2017.

Hoje, dia do pai, o meu “filho” mais novo faz 2 meses.

O Blog www.marketaccessportugal.com conta já com 110 fieis seguidores, mais de 7 mil visitantes e mais de 11 mil visualizações.

Estes números, num “pequeno mercado” fazem-me acreditar que há espaço para um pensamento diferente sobre a gestão da Saúde em Portugal.

Sou por isso um “pai babado”, pelo sucesso deste “filho”… e claro, dos outros dois (Tomás e Ana Rita).

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