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Política de Saúde

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Os conceitos são já muito velhos e não sei se têm décadas, séculos ou milénios. Como alguns costumam dizer, no final do dia, o que mais quer ter na sua Companhia? Um grande Market Share no mercado ou ter um grande Share of Mind no seu cliente? E não, uma coisa não implica outra.
Aproxima-se o fim do ano de 2016 e é tempo de começar a pensar nos votos natalícios e nos desejos para 2017, caso queiramos mudar alguma coisa na vida.
O sector da saúde é muito complexo e de difícil compreensão. Mudar algo é difícil, não apenas pela falta de dinheiro, mas porque, por vezes não vemos os efeitos de resistência à mudança feita pelos “lobbies” políticos, corporativos e económicos, que actuam à frente dos nossos olhos.

Em conjunto, lê-se mais rápido.

O conhecimento progride e, de uma forma geral, nunca imprime o erro no que lhe precedeu. O que ocorre e, isto sim é certo, é uma actualização do conhecimento passado. O que era, passa a ser um pouco melhor; mais eficaz; mais rentável.

           O conceito de “equipas multidisciplinares” implica um certo desprendimento de posições conservadoras. Mas, isto não significa que a moderna visão dos cuidados de saúde, se manifeste reaccionária à anterior.

Lê-se em 5 minutos

 

Uma das metas de todos os governos tem sido providenciar Médico de Família (MF) a todos os portugueses (naturalmente excluindo todos aqueles que não o desejam).

Actualmente, segundo o portal do SNS, faltam 539 MF a nível nacional, sendo que o maior problema se encontra na ARS LVT.

Para que se possa olhar para este problema de uma forma global interessa também reter que segundo o mesmo portal, até 2020 aposentar-se-ão 1220 MF e o nº de Internos de MGF será, no mesmo período, de 2148.

Fazendo as contas por ano, facilmente se conclui que só em 2018 a balança ficará equilibrada, isto é, o nº de internos será suficiente para ultrapassar o défice actual de 539 MF ao qual se junta o nº de médicos que se aposentarão (este cenário poderá alterar-se se outras medidas adicionais forem tomadas).

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China. 500 a.C.

Um experiente general, de seu nome Sun Tzu, ao serviço do seu rei, no fim de mais uma batalha ganha, olha para o seu exército, provavelmente muito semelhante ao que podemos observar pelos exemplares de terracota que hoje admiramos e começa a escrever um livro que mudaria a forma como ainda hoje olhamos para a guerra. Não seria fácil a escrita em papiro, mas a sua vontade e resiliência, permitiu que a sua sabedoria e experiência se tornassem no seu maior legado que viria a tornar-se uma fonte de inspiração para militares e imagine-se para milhares de pessoas e empresas que veem nesta obra uma fonte de ensinamentos de estratégia para a guerra, seja ela militar ou comercial.

Por exemplo, a sua leitura tornou-se obrigatória para os militares chineses para passar nos exames necessários para nomeação imperial a posições militares e mais recentemente, nos Estados Unidos, após a guerra Vietnam, todos os oficiais eram obrigados a fazer uma apresentação sobre esta obra (in Wikipédia).

Mas o que tem afinal “A Arte da Guerra”(1) de tão importante e que levou já milhões de pessoas a lê-lo e a seguir os seus ensinamentos?

A resposta está na própria capa do livro: “Mais de 2.000 anos de estratégia aplicados à empresa”.

Acabou a Silly Season?
Ontem o jornal Público diz peremptoriamente que as “Prendas a governantes não podem ser superiores a 150 euros”.
Segundo a mesma fonte, “O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira um código de conduta para os membros do Governo, de acordo com o qual os governantes passam a estar impedidos de receber prendas ou convites de valor superior a 150 euros. Este limite pode, porém, ser excedido quando se trate de despesas de representação.”

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O Market Access Portugal tem despertado interesse, que tem vindo a aumentar, junto a todos os que se interessam pelas questões da Saúde e do SNS. Recebemos com frequência, emails com opiniões e textos que nos pedem para publicar. Nem sempre o fazemos, mas sempre que o conteúdo se enquadra na linha editorial, ponderamos a sua inclusão no blog.
Rafael Bernardes é estudante do 3º ano do curso de licenciatura em Enfermagem, na Escola Superior de Enfermagem de Lisboa. Escreveu um artigo sobre o Serviço Nacional de Saúde, em particular sobre a Enfermagem. Achamos pertinente o tema e mais ainda por ter sido escrito por um jovem de 22 anos. Obrigado Rafael.

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Não me admiro se for vilipendiado só pela blasfémia de dizer que o SNS é uma Torre de Babel; ou que haja gente a perguntar-se, “quem é este gajo para estar aqui a escrever isto”. Não pensem no contexto bíblico da referida torre, mas no que quer dizer. Babel significa confusão em hebraico e claramente a alusão a este monumento pressupõe a existência de uma dificuldade de compreensão, onde todos falam, mas ninguém se entende, porque de repente todos falam dialectos diferentes.
Ousar dizer isto do SNS, nesta altura? Mas porquê Babel?

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Polémicas à parte sobre o género masculino da palavra, alguém consegue explicar qual o papel dos Enfermeiros nos actuais Cuidados de Saúde Primários, CSP?

Porque haveria de me lembrar agora deste tema? Não, não é por causa das 35 horas, nem por dia 12 de Maio ser o Dia Internacional da Enfermagem. É mesmo porque o Enfermeiro pode ser uma parte fundamental da solução do SNS em Portugal e não uma parte do problema.

Na altura em que os grupos nomeados pelo actual governo, estão a trabalhar no que será o futuro da Saúde em Portugal, todos afirmam que os CSP são a pedra de toque do Serviço Nacional de Saúde. Mas então, vamos fazer mais do mesmo com os Enfermeiros?

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Se nada for feito em contrário, se é que ainda pode ser feito alguma coisa, a evolução do sector não deixa dúvidas, caminha na direcção do desaparecimento de farmácias.

Mas será que teremos um número de farmácias exagerado para o nº de portugueses? Na realidade, se tivermos menos farmácias, o negócio das que ficam será melhor? Que farmácias vão tender a desaparecer? E como reinventar o negócio? A resposta não é fácil ou nem será agradável, mas vamos tentar contribuir com ideias.

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Aqui vos deixo um novo post da Enfermeira Ana Maria Sousa.

A propósito de um determinado perfil de enfermeiras competentes, que os doentes reconhecem e lhes/nos dizem:

Srª Enfermeira, faz isto tão bem! se tivesse estudado mais um bocadinho até podia ser doutora!

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