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Um DIM (A) visita um médico num hospital. Durante a visita o médico diz ao DIM estar a organizar uma reunião científica que vai juntar o serviço e os médicos de família da área de influência do hospital e solicita-lhe apoio para a elaboração da mesma. No final da visita o DIM envia ao seu Chefe um mail a comunicar o sucedido, dizendo que se trata de uma boa oportunidade.

O Chefe recebe o mail e ao perceber a importância reencaminha o mail para o PM, com conhecimento do Chefe Nacional de Vendas, pedindo a colaboração do Marketing.

O PM ao receber este mail, concorda com a oportunidade e envia mail ao MSL (departamento médico), solicitando apoio na elaboração da reunião, colocando Director de Marketing e Director Médico em cópia. O MSL decide visitar o médico para se inteirar do âmbito da reunião e discute com ele o modelo. De seguida envia mail ao PM a propor um modelo de reunião e a propor uma visita conjunta ao médico para optimizar alguns aspectos.

Acabou a Silly Season?
Ontem o jornal Público diz peremptoriamente que as “Prendas a governantes não podem ser superiores a 150 euros”.
Segundo a mesma fonte, “O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira um código de conduta para os membros do Governo, de acordo com o qual os governantes passam a estar impedidos de receber prendas ou convites de valor superior a 150 euros. Este limite pode, porém, ser excedido quando se trate de despesas de representação.”

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Não, não sou eu que o digo, apenas ouvi dizer que “Os médicos caíram nas mãos da indústria farmacêutica e isso deve-se em parte ao marketing desenvolvido pelas empresas, a alguma falta de honestidade e ao facto de os médicos aspirarem ter uma casa na praia…”. Mas quem disse isto, em Março de 2016?

E disse mais, referindo que falava sobre a realidade do seu país, onde os médicos aspiram ter uma casa na praia em particular na zona de Santander, a zona mais bonita e apetecível para esse efeito.

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Walking Dead. É isso que os Delegados são?

A pergunta da Maria surpreendeu pela ironia. Na verdade, a comparação do DIM a um Walking Dead não era totalmente descabida. Na série da AMC, o Walking Dead é um sobrevivente ao apocalipse. Com conhecimentos limitados sobre o que aconteceu, procuram um lugar seguro e uma solução para a doença que transforma todos os que são mordidos em zombies e tentam ultrapassar os desafios do dia-a-dia num mundo hostil praticamente dominado por mortos-vivos.

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– Zé, sou um médico do século 21, em plena era digital. Por isso, o que é que me pode dizer um Delegado de Informação Médica? Consigo ter toda a informação no meu smartphone, ou no tablet e com isso aceder a grupos fechados de colegas para discutir a evidência científica, o “state of the art” e até a experiência de cada um. Tenho à distância de um “click”, casos clínicos, meta-analises e as mais recentes “reviews” das sociedades científicas. Delegados de propaganda, era no teu tempo. Agora já não são precisos.

Na mesa os restantes sorriram, olharam para mim e reiteraram a opinião do colega que falou. Eram cerca de 10 jovens médicos que entraram no SNS nos últimos 5/7 anos. Juntei-os à volta da mesa de jantar para discutir e conversar sobre o papel da IF e dos Delegados, nos tempos actuais.

– Meus caros deixem que vos diga que vocês olham para a prática da Medicina, em pleno século 21, como os vossos pares olharam nas duas últimas décadas do século passado. Mas nessa altura eles não tinham acesso à web e à informação, como hoje vocês têm.

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