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Indústria Farmacêutica

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A propósito do início do campeonato de futebol vi com alguma piada a publicidade a um jogo de apostas desportivas que mencionava o regresso dos “frangos” e dos “mergulhos para a piscina”, bem como a alusão aos membros que constituem as equipas como os “carregadores de piano”, os “pinheiros”, os “brinca na areia” e os “mágicos”. Mas o mais curioso é que rapidamente tive a noção que estes cognomes não são exclusivos do futebol, podendo encontrá-los em todas equipas ou, nos tão na moda, grupos de trabalho.

Por exemplo, numa empresa, os “carregadores de piano” são colaboradores que “carregam” a companhia desempenhando tarefas muitas vezes não valorizadas mas essenciais. Em “futebolês”, não são eles que marcam os golos, mas são os que tudo fazem para que a estrela da equipa o consiga fazer.

Já os “pinheiros” são aqueles que participam com “corpo presente” porque alguém os designou. Em quantas reuniões participei em que alguns membros não sabiam sequer qual o objectivo da mesma?

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A semana passada encontrei o “Manel”. Depois dos habituais cumprimentos à 2 ”gajos” do Norte, onde em 5 palavras saem outras tantas menos próprias, seguiram-se as habituais perguntas de como vai a família e a vida profissional; pusemos em dia as “fofoquices” e relembramos histórias antigas que não se podem aqui contar…

O “Manel” mais do que um colega é um amigo de longa data que já não via há algum tempo; trabalhámos juntos durante uns anos como Area Managers ou, dependendo das companhias, First Line Sales Manager, Supervisor, Gestor de Zona ou Território, ou simples e “carinhosamente” – “Chefe”.

Fomos “Chefes” ao mesmo tempo e foi a primeira vez que ambos liderámos pessoas, cada um com a sua equipa de equipa de DIMs. Lembro-me de ter pensado que era um desafio enorme… esse de ser “Chefe”. Aliás foi estranha a primeira vez que alguém me chamou assim!

Logo após nos termos despedido, lembrei-me duma pequena história que o “Manel” me contou numa das muitas viagens que fizemos entre Porto e Lisboa, e que aqui resumo. Um DIM, fez o seguinte comentário a propósito da sua chefia: “O meu Chefe só serve para assinar as despesas!”

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Não, não sou eu que o digo, apenas ouvi dizer que “Os médicos caíram nas mãos da indústria farmacêutica e isso deve-se em parte ao marketing desenvolvido pelas empresas, a alguma falta de honestidade e ao facto de os médicos aspirarem ter uma casa na praia…”. Mas quem disse isto, em Março de 2016?

E disse mais, referindo que falava sobre a realidade do seu país, onde os médicos aspiram ter uma casa na praia em particular na zona de Santander, a zona mais bonita e apetecível para esse efeito.

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“Diz um DIM para outro DIM: – O que são um PM e um Chefe a olhar para uma literatura?

  Responde o outro DIM: – Um estudo duplamente cego!”

Esta adivinha/ piada foi das primeiras coisas que ouvi quando entrei na Indústria Farmacêutica (IF) há quase 18 anos.

Naturalmente, existem as mais diversas versões desta anedota com outros actores, mas a questão aqui é saber até que ponto esta provocação tem ou não algum fundo de verdade…

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Há poucos dias inscrevi-me no site de uma companhia de aviação low-cost. Após ter inserido os meus dados pessoais, sou convidado a responder a uma série de perguntas que me surpreendeu; 18 questões divididas em 5 categorias: “Planear uma viagem”, “Próximo”, “No aeroporto”, “Durante o voo” e “Feriado”.

Eis alguns exemplos: “Quem viaja consigo?”, “Que malas traz consigo?”, “Como é que chega ao aeroporto?”, “Como paga quando compra coisas no avião?”, “Que tipo de hotel é que reserva?”

Respondi a todas elas finalizando a minha “inscrição” e pus-me a pensar para que raio querem eles saber tanta coisa sobre mim e sobre os meus comportamentos.

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Lisboa, Novembro de 2015

Como habitualmente a sala estava preparada e as pessoas que chegavam cumprimentavam-se, trocavam breves impressões, apresentavam novas caras e apreciavam o panorama; como se costuma dizer “iam ver e ser vistas”.

Há alguns anos que é assim! Será que não é sempre assim…?

No meio da “multidão”, duas pessoas em particular sentam-se lado a lado. António e Inês eram colegas há alguns anos na mesma empresa, mas sempre em departamentos diferentes. António ligado ao marketing, Inês às vendas. Muitas diferenças os separavam, mas estavam ali com um objectivo em comum: perceber como os dados que iam ouvir se podiam traduzir numa estratégia para a venda do seu produto.

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