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Gestão em Saúde

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Em conjunto, lê-se mais rápido.

O conhecimento progride e, de uma forma geral, nunca imprime o erro no que lhe precedeu. O que ocorre e, isto sim é certo, é uma actualização do conhecimento passado. O que era, passa a ser um pouco melhor; mais eficaz; mais rentável.

           O conceito de “equipas multidisciplinares” implica um certo desprendimento de posições conservadoras. Mas, isto não significa que a moderna visão dos cuidados de saúde, se manifeste reaccionária à anterior.

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Uma das metas de todos os governos tem sido providenciar Médico de Família (MF) a todos os portugueses (naturalmente excluindo todos aqueles que não o desejam).

Actualmente, segundo o portal do SNS, faltam 539 MF a nível nacional, sendo que o maior problema se encontra na ARS LVT.

Para que se possa olhar para este problema de uma forma global interessa também reter que segundo o mesmo portal, até 2020 aposentar-se-ão 1220 MF e o nº de Internos de MGF será, no mesmo período, de 2148.

Fazendo as contas por ano, facilmente se conclui que só em 2018 a balança ficará equilibrada, isto é, o nº de internos será suficiente para ultrapassar o défice actual de 539 MF ao qual se junta o nº de médicos que se aposentarão (este cenário poderá alterar-se se outras medidas adicionais forem tomadas).

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– Zé, sou um médico do século 21, em plena era digital. Por isso, o que é que me pode dizer um Delegado de Informação Médica? Consigo ter toda a informação no meu smartphone, ou no tablet e com isso aceder a grupos fechados de colegas para discutir a evidência científica, o “state of the art” e até a experiência de cada um. Tenho à distância de um “click”, casos clínicos, meta-analises e as mais recentes “reviews” das sociedades científicas. Delegados de propaganda, era no teu tempo. Agora já não são precisos.

Na mesa os restantes sorriram, olharam para mim e reiteraram a opinião do colega que falou. Eram cerca de 10 jovens médicos que entraram no SNS nos últimos 5/7 anos. Juntei-os à volta da mesa de jantar para discutir e conversar sobre o papel da IF e dos Delegados, nos tempos actuais.

– Meus caros deixem que vos diga que vocês olham para a prática da Medicina, em pleno século 21, como os vossos pares olharam nas duas últimas décadas do século passado. Mas nessa altura eles não tinham acesso à web e à informação, como hoje vocês têm.

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Ao folhear uma revista de comunicação interna de uma prestigiada marca de bebidas, deparei-me com um novo termo – FlexEfficiency.

Achei a expressão curiosa e fui investigar a sua origem…

Interessante verificar que mais uma vez a indústria surge como berço da inovação e de novos conceitos. Neste caso, na General Electric (GE), com a criação de enormes geradores de energia que entram em funcionamento quando o vento não sopra ou quando o Sol não brilha, desligando-se quando as energias renováveis estão disponíveis, permitindo assim potenciar ao máximo o uso dessas energias, só usando o gerador quando estritamente necessário.

Para a GE, “FlexEfficiency é a combinação poderosa da eficiência e da flexibilidade operacional. A GE acredita que os produtores e operadores podem gerar electricidade mais custo-efectiva se incluírem considerações de flexibilidade e eficiência na avaliação dos seus modelos, e denominou este conceito de FlexEfficiency.”

De volta à revista da Coca-Cola, e com o mesmo conceito inerente ao da GE, pode ler-se numa página que ”FlexEfficiency é o conceito que define um novo modelo de gestão que, aplicado em todos os processos de trabalho, deve permitir compatibilizar dois objectivos: actuar com flexibilidade para adaptarmo-nos às necessidades do mercado e manter os melhores indicadores de eficiência”.

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