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Enfermeiros

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«’And so the gentleman’s dead, sir! Ah! The mores’ the pity!’ She didn’t even know his name. ‘But it’s what we must all come to. It’s as certain as being born, except that we can’t make our calculations as exact. Ah! Poor dear!’» (Mrs. Sarah Gamp, Martin Chuzzlewit, Charles Dickens).

A SAÚDE INSTANTÂNEA

Já muitas vezes me perguntaram a razão por ter escolhido a profissão de Enfermagem, com um esgar de empatia, como se eu estivesse arrependido ou em vias de me arrepender. Automaticamente, desembainham uma resposta forjada pela sociedade: “Não conseguiste ir para Medicina? Depois vais tentar ir? Se calhar, estudando um pouco mais, terias ido”. Habitualmente, não me vem à cabeça perguntar a alguém de gestão se não conseguiu ir para economia, ou a alguém de engenharia civil, se não conseguiu ir para arquitectura.

Em conjunto, lê-se mais rápido.

O conhecimento progride e, de uma forma geral, nunca imprime o erro no que lhe precedeu. O que ocorre e, isto sim é certo, é uma actualização do conhecimento passado. O que era, passa a ser um pouco melhor; mais eficaz; mais rentável.

           O conceito de “equipas multidisciplinares” implica um certo desprendimento de posições conservadoras. Mas, isto não significa que a moderna visão dos cuidados de saúde, se manifeste reaccionária à anterior.

Lê-se em 6 minutos.

Caríssimo bastonário da Ordem dos Médicos,

         Prof. Dr. José Manuel Silva,

            Obrigado pelo seu texto de opinião acerca da Linha de Saúde24.

            Sou um estudante da Licenciatura em Enfermagem e tenho muito a aprender consigo. Mas, pelo que referiu no seu texto, tenho algo a dizer, dado que usei já, pelo menos uma vez, a Saúde24. Vi-me, assim, intimidado com o seu texto, ao sugerir o “fim tranquilo” deste recurso.

            Passo a explicar a minha indignação.

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O Market Access Portugal tem despertado interesse, que tem vindo a aumentar, junto a todos os que se interessam pelas questões da Saúde e do SNS. Recebemos com frequência, emails com opiniões e textos que nos pedem para publicar. Nem sempre o fazemos, mas sempre que o conteúdo se enquadra na linha editorial, ponderamos a sua inclusão no blog.
Rafael Bernardes é estudante do 3º ano do curso de licenciatura em Enfermagem, na Escola Superior de Enfermagem de Lisboa. Escreveu um artigo sobre o Serviço Nacional de Saúde, em particular sobre a Enfermagem. Achamos pertinente o tema e mais ainda por ter sido escrito por um jovem de 22 anos. Obrigado Rafael.

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Polémicas à parte sobre o género masculino da palavra, alguém consegue explicar qual o papel dos Enfermeiros nos actuais Cuidados de Saúde Primários, CSP?

Porque haveria de me lembrar agora deste tema? Não, não é por causa das 35 horas, nem por dia 12 de Maio ser o Dia Internacional da Enfermagem. É mesmo porque o Enfermeiro pode ser uma parte fundamental da solução do SNS em Portugal e não uma parte do problema.

Na altura em que os grupos nomeados pelo actual governo, estão a trabalhar no que será o futuro da Saúde em Portugal, todos afirmam que os CSP são a pedra de toque do Serviço Nacional de Saúde. Mas então, vamos fazer mais do mesmo com os Enfermeiros?

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