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Luis Zagalo Pires

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A propósito do início do campeonato de futebol vi com alguma piada a publicidade a um jogo de apostas desportivas que mencionava o regresso dos “frangos” e dos “mergulhos para a piscina”, bem como a alusão aos membros que constituem as equipas como os “carregadores de piano”, os “pinheiros”, os “brinca na areia” e os “mágicos”. Mas o mais curioso é que rapidamente tive a noção que estes cognomes não são exclusivos do futebol, podendo encontrá-los em todas equipas ou, nos tão na moda, grupos de trabalho.

Por exemplo, numa empresa, os “carregadores de piano” são colaboradores que “carregam” a companhia desempenhando tarefas muitas vezes não valorizadas mas essenciais. Em “futebolês”, não são eles que marcam os golos, mas são os que tudo fazem para que a estrela da equipa o consiga fazer.

Já os “pinheiros” são aqueles que participam com “corpo presente” porque alguém os designou. Em quantas reuniões participei em que alguns membros não sabiam sequer qual o objectivo da mesma?

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China. 500 a.C.

Um experiente general, de seu nome Sun Tzu, ao serviço do seu rei, no fim de mais uma batalha ganha, olha para o seu exército, provavelmente muito semelhante ao que podemos observar pelos exemplares de terracota que hoje admiramos e começa a escrever um livro que mudaria a forma como ainda hoje olhamos para a guerra. Não seria fácil a escrita em papiro, mas a sua vontade e resiliência, permitiu que a sua sabedoria e experiência se tornassem no seu maior legado que viria a tornar-se uma fonte de inspiração para militares e imagine-se para milhares de pessoas e empresas que veem nesta obra uma fonte de ensinamentos de estratégia para a guerra, seja ela militar ou comercial.

Por exemplo, a sua leitura tornou-se obrigatória para os militares chineses para passar nos exames necessários para nomeação imperial a posições militares e mais recentemente, nos Estados Unidos, após a guerra Vietnam, todos os oficiais eram obrigados a fazer uma apresentação sobre esta obra (in Wikipédia).

Mas o que tem afinal “A Arte da Guerra”(1) de tão importante e que levou já milhões de pessoas a lê-lo e a seguir os seus ensinamentos?

A resposta está na própria capa do livro: “Mais de 2.000 anos de estratégia aplicados à empresa”.

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A semana passada encontrei o “Manel”. Depois dos habituais cumprimentos à 2 ”gajos” do Norte, onde em 5 palavras saem outras tantas menos próprias, seguiram-se as habituais perguntas de como vai a família e a vida profissional; pusemos em dia as “fofoquices” e relembramos histórias antigas que não se podem aqui contar…

O “Manel” mais do que um colega é um amigo de longa data que já não via há algum tempo; trabalhámos juntos durante uns anos como Area Managers ou, dependendo das companhias, First Line Sales Manager, Supervisor, Gestor de Zona ou Território, ou simples e “carinhosamente” – “Chefe”.

Fomos “Chefes” ao mesmo tempo e foi a primeira vez que ambos liderámos pessoas, cada um com a sua equipa de equipa de DIMs. Lembro-me de ter pensado que era um desafio enorme… esse de ser “Chefe”. Aliás foi estranha a primeira vez que alguém me chamou assim!

Logo após nos termos despedido, lembrei-me duma pequena história que o “Manel” me contou numa das muitas viagens que fizemos entre Porto e Lisboa, e que aqui resumo. Um DIM, fez o seguinte comentário a propósito da sua chefia: “O meu Chefe só serve para assinar as despesas!”

Hoje, dia do pai, o meu “filho” mais novo faz 2 meses.

O Blog www.marketaccessportugal.com conta já com 110 fieis seguidores, mais de 7 mil visitantes e mais de 11 mil visualizações.

Estes números, num “pequeno mercado” fazem-me acreditar que há espaço para um pensamento diferente sobre a gestão da Saúde em Portugal.

Sou por isso um “pai babado”, pelo sucesso deste “filho”… e claro, dos outros dois (Tomás e Ana Rita).

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“Diz um DIM para outro DIM: – O que são um PM e um Chefe a olhar para uma literatura?

  Responde o outro DIM: – Um estudo duplamente cego!”

Esta adivinha/ piada foi das primeiras coisas que ouvi quando entrei na Indústria Farmacêutica (IF) há quase 18 anos.

Naturalmente, existem as mais diversas versões desta anedota com outros actores, mas a questão aqui é saber até que ponto esta provocação tem ou não algum fundo de verdade…

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Há poucos dias inscrevi-me no site de uma companhia de aviação low-cost. Após ter inserido os meus dados pessoais, sou convidado a responder a uma série de perguntas que me surpreendeu; 18 questões divididas em 5 categorias: “Planear uma viagem”, “Próximo”, “No aeroporto”, “Durante o voo” e “Feriado”.

Eis alguns exemplos: “Quem viaja consigo?”, “Que malas traz consigo?”, “Como é que chega ao aeroporto?”, “Como paga quando compra coisas no avião?”, “Que tipo de hotel é que reserva?”

Respondi a todas elas finalizando a minha “inscrição” e pus-me a pensar para que raio querem eles saber tanta coisa sobre mim e sobre os meus comportamentos.

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Lisboa, Novembro de 2015

Como habitualmente a sala estava preparada e as pessoas que chegavam cumprimentavam-se, trocavam breves impressões, apresentavam novas caras e apreciavam o panorama; como se costuma dizer “iam ver e ser vistas”.

Há alguns anos que é assim! Será que não é sempre assim…?

No meio da “multidão”, duas pessoas em particular sentam-se lado a lado. António e Inês eram colegas há alguns anos na mesma empresa, mas sempre em departamentos diferentes. António ligado ao marketing, Inês às vendas. Muitas diferenças os separavam, mas estavam ali com um objectivo em comum: perceber como os dados que iam ouvir se podiam traduzir numa estratégia para a venda do seu produto.

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1 mês!

Qualquer relação costuma celebrar 1 mês de vivência conjunta. Um período onde normalmente tudo “corre sobre rodas”. Há ainda o encantamento das partes, as juras de amor e o sonho de que a felicidade momentânea se prolongue para sempre.

Em “O Principezinho” de Antoine de Saint-Exupéry pode ler-se “Ora vê: por enquanto tu não és para mim senão um rapazinho perfeitamente igual a cem mil outros rapazinhos. E eu não preciso de ti. E tu também não precisas de mim. Por enquanto eu não sou para ti senão uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativares passamos a precisar um do outro. Passas a ser único no mundo para mim. E eu também passo a ser única no mundo para ti…”

O Blog Market Access Portugal, não foge à regra. Sim, há precisamente 1 mês que estamos a criar laços, a cativar.

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Ao folhear uma revista de comunicação interna de uma prestigiada marca de bebidas, deparei-me com um novo termo – FlexEfficiency.

Achei a expressão curiosa e fui investigar a sua origem…

Interessante verificar que mais uma vez a indústria surge como berço da inovação e de novos conceitos. Neste caso, na General Electric (GE), com a criação de enormes geradores de energia que entram em funcionamento quando o vento não sopra ou quando o Sol não brilha, desligando-se quando as energias renováveis estão disponíveis, permitindo assim potenciar ao máximo o uso dessas energias, só usando o gerador quando estritamente necessário.

Para a GE, “FlexEfficiency é a combinação poderosa da eficiência e da flexibilidade operacional. A GE acredita que os produtores e operadores podem gerar electricidade mais custo-efectiva se incluírem considerações de flexibilidade e eficiência na avaliação dos seus modelos, e denominou este conceito de FlexEfficiency.”

De volta à revista da Coca-Cola, e com o mesmo conceito inerente ao da GE, pode ler-se numa página que ”FlexEfficiency é o conceito que define um novo modelo de gestão que, aplicado em todos os processos de trabalho, deve permitir compatibilizar dois objectivos: actuar com flexibilidade para adaptarmo-nos às necessidades do mercado e manter os melhores indicadores de eficiência”.

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Todos conhecemos a história que conta a forma como Newton descobriu a lei da gravidade. Certo dia estando Newton sentado, a pensar debaixo de uma macieira, eis que lhe cai uma maçã na cabeça, tendo ele questionado porque é que a maça caía na vertical em direcção ao solo. Daí à formulação da lei da gravitação universal foi um instante.

Apesar de todos os objectos serem atraídos pela Terra, a verdade é que a maçã terá caído porque o seu pé amadureceu, não conseguindo suster mais o seu peso, sendo este amadurecimento parte do ciclo de reprodução da árvore.

O ciclo da vida depende em grande parte do crescimento do ser vivo e portanto da sua Maturidade.

Ann Landers, escritora e colunista americana do Séc. XX, disse que a “Maturidade não é o envelhecimento, mas sim o resultado de um crescimento mais sábio”.

Será então que com a quantidade de informação de que hoje dispomos (supostamente contribuindo para um crescimento mais sábio) podemos falar de Maturidade em saúde?

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