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Outubro 2016

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Uma das metas de todos os governos tem sido providenciar Médico de Família (MF) a todos os portugueses (naturalmente excluindo todos aqueles que não o desejam).

Actualmente, segundo o portal do SNS, faltam 539 MF a nível nacional, sendo que o maior problema se encontra na ARS LVT.

Para que se possa olhar para este problema de uma forma global interessa também reter que segundo o mesmo portal, até 2020 aposentar-se-ão 1220 MF e o nº de Internos de MGF será, no mesmo período, de 2148.

Fazendo as contas por ano, facilmente se conclui que só em 2018 a balança ficará equilibrada, isto é, o nº de internos será suficiente para ultrapassar o défice actual de 539 MF ao qual se junta o nº de médicos que se aposentarão (este cenário poderá alterar-se se outras medidas adicionais forem tomadas).

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Caríssimo bastonário da Ordem dos Médicos,

         Prof. Dr. José Manuel Silva,

            Obrigado pelo seu texto de opinião acerca da Linha de Saúde24.

            Sou um estudante da Licenciatura em Enfermagem e tenho muito a aprender consigo. Mas, pelo que referiu no seu texto, tenho algo a dizer, dado que usei já, pelo menos uma vez, a Saúde24. Vi-me, assim, intimidado com o seu texto, ao sugerir o “fim tranquilo” deste recurso.

            Passo a explicar a minha indignação.

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Pronto. Vão cair-me em cima todos os especialistas da matéria, com base nos títulos académicos e da experiência no sector e, mesmo não sendo pessoas de fé, vão acusar-me de blasfémia e sacrilégio contra o Deus, o tal de Marketing, que decerto não nasceu digital.
Em Portugal, somos pouco mais de onze milhões de almas. Na Saúde, quantos somos digitais? Deve ser muito maior a oferta do que a procura.

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A propósito do início do campeonato de futebol vi com alguma piada a publicidade a um jogo de apostas desportivas que mencionava o regresso dos “frangos” e dos “mergulhos para a piscina”, bem como a alusão aos membros que constituem as equipas como os “carregadores de piano”, os “pinheiros”, os “brinca na areia” e os “mágicos”. Mas o mais curioso é que rapidamente tive a noção que estes cognomes não são exclusivos do futebol, podendo encontrá-los em todas equipas ou, nos tão na moda, grupos de trabalho.

Por exemplo, numa empresa, os “carregadores de piano” são colaboradores que “carregam” a companhia desempenhando tarefas muitas vezes não valorizadas mas essenciais. Em “futebolês”, não são eles que marcam os golos, mas são os que tudo fazem para que a estrela da equipa o consiga fazer.

Já os “pinheiros” são aqueles que participam com “corpo presente” porque alguém os designou. Em quantas reuniões participei em que alguns membros não sabiam sequer qual o objectivo da mesma?

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