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Março 2016

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Aqui vos deixo um novo post da Enfermeira Ana Maria Sousa.

A propósito de um determinado perfil de enfermeiras competentes, que os doentes reconhecem e lhes/nos dizem:

Srª Enfermeira, faz isto tão bem! se tivesse estudado mais um bocadinho até podia ser doutora!

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A semana passada encontrei o “Manel”. Depois dos habituais cumprimentos à 2 ”gajos” do Norte, onde em 5 palavras saem outras tantas menos próprias, seguiram-se as habituais perguntas de como vai a família e a vida profissional; pusemos em dia as “fofoquices” e relembramos histórias antigas que não se podem aqui contar…

O “Manel” mais do que um colega é um amigo de longa data que já não via há algum tempo; trabalhámos juntos durante uns anos como Area Managers ou, dependendo das companhias, First Line Sales Manager, Supervisor, Gestor de Zona ou Território, ou simples e “carinhosamente” – “Chefe”.

Fomos “Chefes” ao mesmo tempo e foi a primeira vez que ambos liderámos pessoas, cada um com a sua equipa de equipa de DIMs. Lembro-me de ter pensado que era um desafio enorme… esse de ser “Chefe”. Aliás foi estranha a primeira vez que alguém me chamou assim!

Logo após nos termos despedido, lembrei-me duma pequena história que o “Manel” me contou numa das muitas viagens que fizemos entre Porto e Lisboa, e que aqui resumo. Um DIM, fez o seguinte comentário a propósito da sua chefia: “O meu Chefe só serve para assinar as despesas!”

Dia 19 de Janeiro de 2016.

Claro, pai babado! As minhas filhas, Joana e Sofia, maiores de idade relembram-me a alegria de serem crianças e o fantástico que é  ser Pai, na verdade de duas enormes mulheres.

Mas tu Luís, rapaz mais novo, decidiste e bem chamar filho ao MAP (www.marketaccessportugal.com) e isso deve ser uma forma elegante de me chamares velho, mais avô do que pai, até porque as barbas brancas caracterizam a condição.

É verdade, o MAP está a crescer e obviamente deve-se a todos os que têm tempo para nos ler. Um grande obrigado por serem mais do que leitores, com os vossos comentários, críticas, emails e como agora na moda, muito afecto, desta feita digital.

Bem hajam por tudo, pelo apoio demonstrado a esta paternidade e ao crescimento do MAP.

Hoje, dia do pai, o meu “filho” mais novo faz 2 meses.

O Blog www.marketaccessportugal.com conta já com 110 fieis seguidores, mais de 7 mil visitantes e mais de 11 mil visualizações.

Estes números, num “pequeno mercado” fazem-me acreditar que há espaço para um pensamento diferente sobre a gestão da Saúde em Portugal.

Sou por isso um “pai babado”, pelo sucesso deste “filho”… e claro, dos outros dois (Tomás e Ana Rita).

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Não, não sou eu que o digo, apenas ouvi dizer que “Os médicos caíram nas mãos da indústria farmacêutica e isso deve-se em parte ao marketing desenvolvido pelas empresas, a alguma falta de honestidade e ao facto de os médicos aspirarem ter uma casa na praia…”. Mas quem disse isto, em Março de 2016?

E disse mais, referindo que falava sobre a realidade do seu país, onde os médicos aspiram ter uma casa na praia em particular na zona de Santander, a zona mais bonita e apetecível para esse efeito.

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Há poucos dias recebi no meu email esta missiva.

“Chamo-me Ana Maria Sousa, sou enfermeira e gostava de escrever no seu blog, Market Access Portugal. Talvez o maior desafio seja responder à pergunta ‘como que será o enfermeiro do futuro?’”

É preciso coragem e para escrever sob anonimato e ter a capacidade para evitar que a nossa escrita não seja um mero destilar de fel, político, social e profissional. Apesar de vivermos num país livre, a liberdade de pensamento não é tolerada, quando se é funcionário público ou mesmo empregado de uma empresa privada.

Escondidos atrás de uma parede ideológica ou atrás de um biombo carreirista, está sempre um colega pronto a ajudar-nos a cair, para servirmos de plataforma à sua ascensão. Os que assim julgam o nosso pensar são presididos pela estupidez e não por um colectivo de inteligência e tolerância. Talvez um dia…

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“Diz um DIM para outro DIM: – O que são um PM e um Chefe a olhar para uma literatura?

  Responde o outro DIM: – Um estudo duplamente cego!”

Esta adivinha/ piada foi das primeiras coisas que ouvi quando entrei na Indústria Farmacêutica (IF) há quase 18 anos.

Naturalmente, existem as mais diversas versões desta anedota com outros actores, mas a questão aqui é saber até que ponto esta provocação tem ou não algum fundo de verdade…

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Walking Dead. É isso que os Delegados são?

A pergunta da Maria surpreendeu pela ironia. Na verdade, a comparação do DIM a um Walking Dead não era totalmente descabida. Na série da AMC, o Walking Dead é um sobrevivente ao apocalipse. Com conhecimentos limitados sobre o que aconteceu, procuram um lugar seguro e uma solução para a doença que transforma todos os que são mordidos em zombies e tentam ultrapassar os desafios do dia-a-dia num mundo hostil praticamente dominado por mortos-vivos.

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Há poucos dias inscrevi-me no site de uma companhia de aviação low-cost. Após ter inserido os meus dados pessoais, sou convidado a responder a uma série de perguntas que me surpreendeu; 18 questões divididas em 5 categorias: “Planear uma viagem”, “Próximo”, “No aeroporto”, “Durante o voo” e “Feriado”.

Eis alguns exemplos: “Quem viaja consigo?”, “Que malas traz consigo?”, “Como é que chega ao aeroporto?”, “Como paga quando compra coisas no avião?”, “Que tipo de hotel é que reserva?”

Respondi a todas elas finalizando a minha “inscrição” e pus-me a pensar para que raio querem eles saber tanta coisa sobre mim e sobre os meus comportamentos.

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